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Diferença entre Exames de Proficiência Internos e Externos

A comprovação do domínio de uma língua estrangeira é obrigatória a todo aluno de pós-graduação, ficando facultativo aos cursos determinar a forma como tal avaliação será conduzida.

A maioria dos cursos conferem relevância ao domínio de uma ou mais habilidades em língua estrangeira e utilizam instrumentos de avaliação que indicam com precisão, praticidade e confiabilidade a real competência linguística de seus candidatos ou alunos.

Por outro lado, ainda há cursos de pós-graduação que consideram a avaliação de idiomas uma questão meramente institucional e, portanto, optam por instrumentos e processos de avaliação mais complacentes, que simplesmente cumpram a requisição legal.Diferença entre exames internos e externos

As opções que os cursos têm em termos de instrumentos para a avaliação do nível de proficiência em idiomas serão agrupadas em duas categorias principais: exames internos e exames externos.

São chamados de exames internos aqueles que são elaborados, aplicados e corrigidos por professores ou outros colaboradores do próprio programa ou departamento. Esses profissionais são, usualmente, falantes nativos do idioma ou pessoas que são tidas como “fluentes” no idioma, tendo ou não residido no exterior.

Na maioria das vezes, tais professores não são da área de ensino de línguas estrangeiras e, geralmente, elaboram as provas usando critérios intuitivos ou baseados em sua vivência como alunos de cursos de idiomas. Como a elaboração e correção destas provas normalmente não consistem em uma remuneração adicional e nem fazem parte das suas funções regulares, não é incomum que o professor necessite de longos períodos para a correção e divulgação dos resultados, já que esta atividade extra é somada às suas atribuições regulares.

Em diversos cursos, a elaboração das provas ocorre em um sistema de “rodízio” entre os professores, para evitar a sobrecarga de trabalho sempre com a mesma pessoa.

Quando um curso utiliza exames internos, não é incomum a existência de fatores que podem influenciar o exame, como pressões e questionamentos de diversas origens (docentes ou discentes) com relação a datas, procedimentos e resultados das provas.

Com relação aos exames em si, o tipo mais comum consiste na tradução ou resumo em português de um texto relacionado às áreas de concentração e retirado de publicações científicas. Este tipo de avaliação não permite comparações dos resultados obtidos com os de outros exames de proficiência externos, ou mesmo com outros exames internos, mas elaborados por professores diferentes.

Exames externos, por sua vez, são aqueles elaborados e administrados por instituições que não fazem parte do curso de pós-graduação. Os cursos que os utilizam apontam como benefícios desta modalidade a praticidade, o melhor controle de prazos, a ausência de pressões internas, a qualidade dos exames e os resultados comparáveis.

Os tipos ou modalidades de exames externos mais utilizados são:

-Exames de proficiência;

-Exames elaborados por escolas de idiomas;

-Exames escolhidos por licitação;

-Exames específicos.

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