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Perguntas mais frequentes sobre Avaliação de Idiomas para a Pós-Graduação.

1. Para ser aceitos pela pós-graduação, os exames precisam ter aval do MEC, CAPES ou outro órgão oficial?

A avaliação em línguas estrangeiras é obrigatória nos cursos de pós-graduação, mas nenhum órgão oficial determina ou especifica o modo como as avaliações devem ocorrer, tampouco quais exames utilizar. Assim, não existe qualquer aval destes órgãos no sentido de validar este ou aquele exame, exceto para concessão de bolsas para o exterior.

Os exames são validados, basicamente, por sua confiabilidade, adequação aos propósitos do curso e histórico de utilização pelas universidades.

2. Diploma de curso de inglês não é válido para comprovação de proficiência na Pós-Graduação?

Os diplomas ou certificados de cursos de idiomas normalmente atestam que o aluno finalizou determinado nível, como “Básico 3”, “Intermediário 1”, “Avançado 2”, etc. Como estas denominações variam de escola para escola, não há como comparar certificados de escolas diferentes. Além disso, os cursos trabalham as quatro habilidades linguísticas (ler, escrever, falar, ouvir), mas na pós-graduação, as habilidades exigidas são, principalmente, a leitura de textos acadêmicos ou a produção de textos. Assim, para os cursos faz mais sentido avaliar os candidatos e alunos especificamente nas habilidades requisitadas.

3. Existe algum exame mais fácil que possa prestar para comprovar minha proficiência para a Pós Graduação?

As habilidades geralmente requisitadas na pós-graduação são a leitura de textos acadêmicos (reading) e a produção de textos em inglês (writing). Um candidato vai considerar mais “fácil” o exame que avalia as habilidades que melhor domina. Se dentre os exames aceitos pelo curso há um que avalia a leitura e outro que avalia as quatro habilidades (ler, escrever, falar ouvir), aquele que avalia apenas uma habilidade poderá ser considerado mais “fácil” não pelo grau de dificuldade do seu conteúdo, mas pelo foco na habilidade com a qual o candidato tem maior familiaridade.

4. Como devo estudar para o Exame de Proficiência para a Pós-Graduação?

Antes de mais nada, esteja familiarizado com as características do exame, como os tipos e quantidade de questões e, assim, analisar como percebe o grau de dificuldade delas. Você deve também se informar sobre questões operacionais, como o tempo de prova, o formato do exame (digital ou papel) e as habilidades avaliadas no exame (ler, escrever, falar, ouvir). Todos os exames de proficiência disponibilizam tais informações e também modelos de exames. Para alguns exames são comercializados livros preparatórios e outros materiais  de estudo. Assim, é crucial que conheça o exame e faça simulados dele antes do exame oficial, para evitar desperdício de tempo e dinheiro, pois em uma simulação você pode constatar se precisa ou não se preparar um pouco mais para chegar ao resultado desejado.

5. O meu programa de pós-graduação não aceita nenhum exame da TESE Prime. Como podem me auxiliar?

Alguns cursos não incluem os exames da TESE Prime dentre os exames aceitos simplesmente por desconhecimento. Uma alternativa é informar o seu curso sobre os exames da TESE Prime, solicitando que aceitem os exames. Outra alternativa é informar a TESE Prime sobre a situação para que entrem em contato com o seu curso sugerindo a aceitação.

6. Como o programa de pós-graduação pode passar a aceitar os exames de proficiência da TESE Prime?

É muito simples: basta inserir o nome do exame e a pontuação desejada no edital dos cursos. Normalmente os exames são listados da seguinte maneira:

Exame                       Pontuação mínima                      Informações

TEAP                                       60                                  www.teseprime.org

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